terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Por muitas vezes e em várias ocasiões impedi que palavras cortantes e de conseqüências irreversíveis saíssem pelo ar.
Após esses muitas vezes em que suportei situações sem que nada fosse dito mesmo podendo se defender, vi pela primeira vez o sobrenatural de Deus nesse contexto.
A bíblia diz em Provérbios 21: 23-24 que:
“ O que guarda a boca e a língua guarda também a sua alma das angústias. Quanto ao soberbo e presumido, zombador é seu nome.”
Poupamos nossos sentimentos de passar por mais tribulações quando aprendemos a controlar aquelas “respostas afiadas”, elas são como fogo de palha em uma discussão mais calorosa.
Quando refreamos palavras e medimos seus resultados poupamos nossas emoções e também esse alguém abençoado que Deus colocou justamente nesse momento para falar tais verdades ou mentiras sobre você.
Lembre-se que devemos dar graças em tudo, até mesmo nas dificuldades do dia-a-dia. Através delas independente de quais forem, Deus nos aprimora nas mais diversas áreas da vida.
O que devemos entender é que devemos sempre dar a outra face e nunca ser um fator reativo em meio a um momento tribulado.
Em relação ao soberbo (que tem o rei na barriga), esse a bíblia diz que seu nome já é zombador, e se o que guarda a língua preserva a alma, o que seria desse que fala sem que haja freios na boca?
Manter a língua sobre controle gera: controle maior sobre si, paciência, entendimento e amor. Nós somente temos a ganhar com essa prática.
Palavras são como setas lançadas ao ar, não retornam e dependendo em que direção seguirem podem machucar alguém. Quando Jesus disse para amarmos a Deus sobre todas as coisas e o teu próximo a ti mesmo, medir palavras faz parte desse amor ao próximo.
Por mais difícil que seja devemos abençoar e orar por aqueles que nos perseguem.
Fique com Deus meu querido (a) e que o Espírito Santo possa lhe trazer entendimento profundo sobre essa prática de amar.

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